[in] terminável

May 28
May 28
May 28
May 26
May 26
May 26
May 26

Criei nojo de tanta coisa, tanta gente.

May 26
May 26
suapequena—princesa:

« Tinha acabado de acordar, ela estava deitada ao meu lado, parecia um anjo, estava agarrada aos lençóis. Dei-lhe um beijo de leve na sua cara, ela pareceu despertar lentamente sorrindo para mim. Quando ela virou-se para mim, reparei algo no seu braço. 
- Que tens aí no pulso? – Estranhei.
- Nada. – Ela tapou logo o seu pulso, o que me fez querer ver mais. 
- Mostra. – Obriguei.
- Não, não é nada! – Ela olhou para baixo. 
Fui obrigado a puxar-lhe o pulso e a manga do seu pijama. Não podia acreditar. O seu pulso estava cheio de cortes. Como é que ela pode fazer aqui? Porquê? Porque não me disse nada?
- Porque fizeste isto? Diz-me! – Estava irritado.
- Por nada! – Ela levantou-se da cama e ia em direção à casa de banho mas fui rápido e ainda agarrei-a, fazendo-a olhar para mim. 
- Que se passa nessa cabeça princesa? 
Ela, simplesmente, não disse nada e abraçou-me, senti que estava a chorar e só lhe dei um beijo na cabeça, tentado acalmar-me. 
- Eu não estava em mim. – Disse olhando para baixo. 
- Promete-me que não o voltas a fazer princesa, promete. – Levantei o seu rosto pelo seu queixo.
- Eu prometo. – Ela parecia estar mesmo triste e frustrada, algo lhe deixava assim, não fico chateado por ela não me ter contado mas não queria que ela voltasse a repetir. 
- Amo-te. – Dei-lhe um beijo.
- E eu a ti. 
Fui com ela, deitar umas pomadas, custava ver tal coisa. Beijei-lhe o pulso e sem querer caiu-me uma lágrima, ela sabia que aquilo doía-me mas não podia imaginar o quanto lhe doía a ela, para fazer tal coisa. Agora sim, tinha de apoiá-la a toda a hora, ela não está mesmo bem mas vou estar com ela até ao fim. »

suapequena—princesa:

« Tinha acabado de acordar, ela estava deitada ao meu lado, parecia um anjo, estava agarrada aos lençóis. Dei-lhe um beijo de leve na sua cara, ela pareceu despertar lentamente sorrindo para mim. Quando ela virou-se para mim, reparei algo no seu braço.

- Que tens aí no pulso? – Estranhei.

- Nada. – Ela tapou logo o seu pulso, o que me fez querer ver mais.

- Mostra. – Obriguei.

- Não, não é nada! – Ela olhou para baixo.

Fui obrigado a puxar-lhe o pulso e a manga do seu pijama. Não podia acreditar. O seu pulso estava cheio de cortes. Como é que ela pode fazer aqui? Porquê? Porque não me disse nada?

- Porque fizeste isto? Diz-me! – Estava irritado.

- Por nada! – Ela levantou-se da cama e ia em direção à casa de banho mas fui rápido e ainda agarrei-a, fazendo-a olhar para mim.

- Que se passa nessa cabeça princesa?

Ela, simplesmente, não disse nada e abraçou-me, senti que estava a chorar e só lhe dei um beijo na cabeça, tentado acalmar-me.

- Eu não estava em mim. – Disse olhando para baixo.

- Promete-me que não o voltas a fazer princesa, promete. – Levantei o seu rosto pelo seu queixo.

- Eu prometo. – Ela parecia estar mesmo triste e frustrada, algo lhe deixava assim, não fico chateado por ela não me ter contado mas não queria que ela voltasse a repetir.

- Amo-te. – Dei-lhe um beijo.

- E eu a ti.

Fui com ela, deitar umas pomadas, custava ver tal coisa. Beijei-lhe o pulso e sem querer caiu-me uma lágrima, ela sabia que aquilo doía-me mas não podia imaginar o quanto lhe doía a ela, para fazer tal coisa. Agora sim, tinha de apoiá-la a toda a hora, ela não está mesmo bem mas vou estar com ela até ao fim. »

May 26